domingo, 3 de abril de 2016

Menu diário de uma bebé de 15 meses

Cá em casa, vive uma bebé que (felizmente!!!) não nos dá dores de cabeça às refeições.

 
Aceita quase todos os alimentos com gosto (até agora, recusou-se a comer tomate e beterraba) e sem ser necessário nenhum tipo de confeção especial...

Procuro que tenha uma alimentação saudável, rica em fruta e legumes, e evitando o consumo de produtos industrializados. Aliás, acho que os únicos alimentos processados que consome são as massas sem glúten e o iogurte e, mesmo neste caso, opto por iogurte natural sem açúcar.
Ainda mama pelo menos ao acordar, ao lanche e ao deitar...
Até há bem pouco tempo, acordava várias vezes durante a noite para mamar, mas comecei a dar-lhe apenas colinho e a evitar a mama, no intuito de que acordasse menos vezes... Catorze meses a despertar de 2 em 2 horas e a acordar de manhã "fresquinha" para ir dar aulas a vinte e três "piolhos" de oito/nove anos é obra!

Foi nesta altura que decidi introduzir o iogurte na sua alimentação... E foi também aí que fiquei com receio de as suas necessidades nutricionais pudessem não ficar totalmente satisfeitas. Se mamava menos três ou quatro vezes por dia, que alimentos deveria acrescentar ao seu menu diário para compensar? Aliás, como deveria ser o seu menu diário?
É que entre os seis e os doze meses, há muita informação relativamente às refeições do bebé. No centro de saúde e na consulta de pediatria, entregaram-me inclusivamente um folheto com as "instruções".
Só que, a partir do ano de idade, o bebé deve começar a integrar gradualmente os hábitos alimentares da família...

Talvez porque as famílias têm realmente diferentes hábitos, não encontrei informação concreta acerca deste tema.
Algumas fontes apontam para 4 refeições diárias, mas tal não me faz sentido, porque eu própria sinto necessidade de comer (pelo menos!) 5 vezes.
Encontrei entretanto informação defensora de 5 refeições diárias, mas compostas por alimentos que não se integram na alimentação da nossa bebé. Por exemplo, com pão, que ela não pode comer em resultado da alergia ao trigo e ao glúten, ou sem sopa em todas as refeições, que a mim me parece essencial.

Depois de ler, refletir e fazer alguns ajustes naquilo que era já a sua alimentação diária, decidi partilhar convosco o que come a minha bebé.
 
 
Não quero de forma alguma que isto seja visto como o que é "certo", até porque não sou nutricionista e poderei inclusivamente estar a cometer alguns "erros".
Acredito também que este post ficaria mais rico, se quem tem ou já teve filhos desta idade divulgasse a sua própria experiência. Fico a aguardar os comentários!

sábado, 26 de março de 2016

Papas caseiras - Parte 3

Cá em casa, continuamos a inventar todos os dias novos sabores de papas.

Vou partilhando aqui algumas das experiências, quando tenho tempo de escrever e me lembro de fotografar os pratos, mas de facto as receitas que divulgo são apenas uma pequena parte do que é possível criar. Basta respeitar as quantidades aproximadas dos ingredientes e ir variando os tipos de farinha e fruta. O sucesso é garantido!


Papa de teff integral, maçã reineta e canela (sem glúten)

  • 4 colheres de sopa de farinha de teff
  • 2 maçãs reineta
  • 200 g de água
  • Canela em pó
Juntar a água, a farinha e as maçã cortadas aos pedaços e cozinhar 8 min / 90 ° / vel colher inversa.
Triturar 30 seg / vel 3, 5, 7.
Polvilhar com canela.

A bebé adorou esta papa! Raspou o prato com a colher tanto quanto pôde e depois ainda lá foi com os dedos apanhar os últimos bocadinhos! Eu não gosto de papas, por causa da textura, mas provei um pouco desta e fiquei agradada com o sabor.


Papa de farinhas 3 A's e manga (sem glúten)

  • 4 colheres de sopa de farinha 3 A's
  • 1/2 manga
  • 200 g de água
Cozinhar todos os ingredientes 8 min / 90 ° / vel colher inversa.
Triturar 30 seg / vel 3, 5, 7.
 
Confesso que esta não foi de todo uma das minhas melhores papas! Ao prová-la, pus a hipótese de que a minha filha se recusasse a comê-la... E tudo porquê? Porque a manga era extremamente fibrosa e, depois de cozinhada e triturada, fez com que cada colherada da papa viesse carregada de fiozinhos... Segundo conta a minha mãe, para uma bebé como eu, que tive de comer tudo triturado e passado até bem tarde, era impensável uma papa com esta textura. Mas, mais uma vez, tive a prova de que a minha bebé é "uma ótima boca", pois comeu tudo sem hesitações!


Papa de quinoa, millet (milho miúdo castanho integral) e maçã bravo esmolfe (sem glúten)

  • 2 colheres de sopa de farinha de quinoa
  • 2 colheres de sopa de farinha de millet
  • 2 maçãs bravo esmolfe
  • 200 g de água
Cozinhar todos os ingredientes 8 min / 90 ° / vel colher inversa.
Triturar 30 seg / vel 3, 5, 7.

Esta papa ficou com uma textura grossa agradável e, para não variar, a bebé adorou! A maçã bravo esmolfe, além de ser deliciosa e docinha, traz vários benefícios para a saúde, entre os quais a prevenção do cancro e de doenças cardiovasculares.

quarta-feira, 16 de março de 2016

DIY - Prenda do Dia do Pai I

Cá em casa, vamos celebrar o Dia do Pai pela segunda vez.

E eu, como gosto muito de dar asas à imaginação e ando sempre mortinha por pôr mãos à obra, não podia deixar passar este dia sem criar, com a ajuda da minha bebé, um miminho especial para o papá, para o relembrarmos do quanto gostamos dele!

No ano passado, ela tinha apenas dois meses. Então, depois de muito pensar e pesquisar, concluí que o melhor presente era mesmo fotográfico.

Comecei por imprimir a palavra "PAI" num tipo de letra que me agradou. Colei as letras em cartão e recortei-as.


Depois, tirei várias dezenas de fotos à bebé.
E chegou então a tarefa mais complicada: escolher as três melhores fotos!
Com elas fiz uma montagem semelhante à seguinte, que coloquei numa moldura comprada para o efeito.


Este ano, com a bebé mais crescidinha, queria fazer uma coisa um pouco diferente, na qual ela tivesse um papel mais ativo.

Comecei por adquirir uma tela.
Já tinha algumas tintas cá em casa que, embora não sejam específicas para bebés, são usadas lá na escola por crianças a partir dos três anos. Decidi usá-las, porque a bebé não ia ficar em momento algum sem supervisão nem tem o hábito de levar coisas à boca, pelo que não me pareceu que corresse algum tipo de risco.
Com fita adesiva, escrevi a palavra "PAI" sobre a tela.
Depois, fui lhe dando os pincéis molhados na tinta e deixei-a explorar... Mas não por muito tempo, porque rapidamente começou a querer pôr-se em pé e tocar com os pincéis noutros sítios menos próprios!




Ao fim de algumas horas a secar, descolei a fita adesiva e o resultado foi este:


Agora estou a torcer para que o papá não se lembre de vir espreitar o blogue, pois, embora quisesse partilhar a sugestão antes do Dia do Pai, não lhe quero estragar a surpresa!
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